Serviço · Captura métrica

Digitalização 3D a laser de ativos existentes.

Levantamos edifícios, instalações, infraestruturas e património com scanner laser 3D, SLAM e apoio topográfico, para gerar nuvens de pontos fiáveis, mensuráveis e prontas para produção técnica. Trabalhamos em toda a Espanha, com orçamento fechado que inclui a deslocação.

Operador da LAURIA ESCÁNER com scanner SLAM Xgrids Lixel L2 Pro num levantamento de património
3DCaptura geométrica de alta densidade
SLAMLevantamentos rápidos em percursos contínuos
RTKGeorreferenciação quando o projeto o exige
BIMBase direta para modelos as-built
Aplicações

Quando é preciso medir a realidade, não interpretá-la.

A digitalização a laser regista o ativo tal como está, e não como um desenho diz que deveria estar. O scanner capta a geometria com todas as irregularidades, interferências, deformações, pendentes e instalações — precisamente o que raramente fica bem documentado — e devolve-a como nuvem de pontos: milhões de coordenadas sobre as quais qualquer equipa pode medir com confiança, sem voltar ao local.

Infraestruturas

Ativos lineares e obra civil

Canais, galerias, túneis, pontes, estradas, estações e qualquer ambiente em que a geometria real condicione manutenção, reabilitação ou ampliação.

Indústria

Unidades e instalações

Levantamento de tubagem, equipamentos, salas técnicas, estruturas e percursos de instalações, para reduzir visitas, implantações e erros de coordenação.

Património

Documentação rigorosa

Registo métrico de edifícios históricos, elementos singulares e espaços complexos para conservação, reabilitação, investigação e divulgação.

Entregáveis

Dados prontos a usar.

A captura não acaba no scanner. Processamos, registamos, limpamos e entregamos a informação em formatos que cada disciplina consegue usar.

Nuvem de pontos registada

  • Entrega nos formatos habituais — E57, LAS, LAZ, RCP ou PTS — conforme o seu fluxo de trabalho.
  • Organizada por zonas, estações ou pisos, para entrar diretamente no software técnico.
  • Georreferenciada quando tem de ligar à topografia, ao SIG ou a coordenadas oficiais.

Produção derivada

  • Cortes, alçados, plantas e medições.
  • Base para BIM as-built, modelos IFC/RVT, ortofotos e desenhos CAD.
  • Visualização web, para que técnicos e não técnicos consultem os mesmos dados.
Processo

Do ativo físico ao dado útil.

Escolhemos o sistema de captura em função da precisão, do alcance, dos acessos, dos entregáveis e do uso posterior da nuvem de pontos.

01
Âmbito técnico
Revemos zonas, objetivos, tolerâncias, formatos, sistemas de coordenadas e restrições de acesso.
02
Captura em campo
Selecionamos scanner terrestre, SLAM, drone ou uma combinação, conforme o ativo e o ambiente.
03
Registo e controlo
Unimos as varreduras, filtramos o ruído, verificamos a consistência e preparamos os dados para entrega.
04
Produção derivada
Geramos modelos BIM as-built, malhas, ortofotos, cortes e desenhos, conforme a lista acordada.
05
Entrega na plataforma
Acesso ao visualizador web com a nuvem de pontos e descarga nos formatos necessários.
Equipamento de captura

Tripé, SLAM ou os dois combinados.

Não usamos um único scanner para tudo: a densidade da nuvem, a velocidade de captura e o acesso físico decidem que sistema faz sentido, e é frequente combinarmos vários no mesmo levantamento.

Scanner terrestre sobre tripé

  • Máxima densidade de pontos e precisão por estação, ideal para detalhe fino e elementos críticos.
  • Obriga a estacionar e encadear posições; mais lento em áreas muito extensas.
  • É o que usamos por defeito na documentação de infraestrutura hidráulica e industrial.

SLAM portátil

  • Captura em movimento, sem estacionar; percorre corredores, escadas e espaços estreitos.
  • Muito mais rápido em grandes superfícies ou percursos longos, com densidade algo menor.
  • É o sistema que usamos em património urbano e em habitação e lojas.
FAQ

Perguntas sobre digitalização 3D a laser.

Que precisão tem a digitalização 3D a laser?

Os nossos scanners LIDAR terrestres atingem uma precisão nominal de ±0,02 cm em condições controladas, com georreferenciação GNSS RTK ou ligação à rede topográfica do projeto quando a obra o exige.

Podem trabalhar no sistema de coordenadas do nosso projeto?

Sim. Em Espanha trabalha-se normalmente em ETRS89 com fusos UTM 29N a 31N, e é o que usamos por defeito; em Portugal, ETRS89 / PT-TM06. Se a sua equipa trabalha noutro sistema, ou precisa de uma quadrícula local, acordamos a transformação antes da captura para que os entregáveis cheguem no referencial que os seus modelos já usam.

Em que formatos é entregue a nuvem de pontos?

Entregamos a nuvem em E57, LAS, LAZ, RCP e PTS, organizada por zonas, estações ou pisos, e compatível com Revit, AutoCAD, ReCap, Cyclone e software SIG.

Qual é a diferença entre scanner terrestre e SLAM?

O scanner terrestre sobre tripé dá a máxima densidade e precisão; o sistema SLAM captura em andamento, em percursos contínuos e sem estacionar. Escolhemos um, outro ou a combinação dos dois, conforme o ativo e o ambiente.

Contacto

Tem um ativo
para levantar?

Diga-nos o que precisa de levantar. Analisamos o caso sem compromisso e enviamos uma proposta técnica e económica adaptada aos seus requisitos.

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